Estômago

 

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- Estômago

Estrutura/Função do Estômago

- O estômago é um órgão oco, em forma de saco, que faz parte do aparelho digestivo e que está ligado ao esófago e ao duodeno (a primeira parte do intestino delgado). É um órgão elástico permitindo que se expanda quando um alimento é ingerido; a parede do estômago é constituída por duas camadas de músculo, onde numa das quais se encontram glândulas que segregam o suco gástrico.

- A principal função do estômago é dar continuidade à digestão, iniciada na boca e finalizada no intestino delgado; funciona também como um órgão de armazenamento, permitindo que a ingestão de uma refeição possa ser feita apenas duas ou três vezes por dia, se isto não fosse possível essa ingestão teria de ser feita a cada 20 minutos.

Cancro do Estômago

- O cancro do estômago é um tipo de cancro particularmente frequente em Portugal. Na sua origem estão múltiplos factores, destacando-se os hábitos alimentares, factores hereditários e a infecção por Helicobacter pylori.

- Existem vários tipos de cancros de estômago, que se relacionam com os vários tipos de células que envolvem este órgão. O tipo mais frequente, com cerca de 95% dos casos, é o adenocarcinoma, ou cancro da mucosa gástrica, que se trata do revestimento interior do estômago. As outras formas, mais raras, incluem, entre outros, leiomiossarcomas (tumores do músculo liso) e linfomas.

- Os pólipos do estômago são uns tumores pouco frequentes, arredondados e não cancerosos que crescem para o interior da cavidade gástrica. Considera-se que são precursores do cancro e, portanto, devem ser extraídos. O cancro é particularmente frequente se existirem determinados tipos de pólipos, se estes tiverem mais de 2 cm ou quando há vários deles

- Mais de 75% dos cancros de estômago surgem em indivíduos com mais de 50 anos e são mais frequentes no sexo masculino. A nível mundial, este tipo de cancro é mais comum na Rússia, China, Japão, Chile e Costa Rica; a nível europeu, Portugal é dos países onde a taxa de mortalidade por cancro de estômago é maior.

- A partir das décadas de 40-50, tem vindo a verificar-se uma diminuição na incidência de cancro gástrico; pensa-se que este facto esteja relacionado com a melhor qualidade de vida, mais cuidados no tratamento dos alimentos e uma diminuição da infecção por Helicobacter pylori.

- Os sintomas do cancro de estômago podem ser confundido com o de uma úlcera gástrica, no entanto, após a realização de uma endoscopia, é possível distinguir uma úlcera benigna de uma cancerosa.

- Se o cancro não é detectado na fase inicial, podem ocorrer metástases, primeiro directamente para a parede do duodeno ou esófago, e depois para a cavidade peritoneal (membrana que reveste a cavidade abdominal), via sanguínea e linfática, daqui pode passar para qualquer órgão, especialmente no fígado e pulmão. Quando surgem situações de metastização o prognóstico é pior, pois o sucesso de cura é menor.

Sintomas

- Os sintomas do cancro do estômago nem sempre se manifestam, chegando mesmo a ser confundidos com os sintomas da úlcera péptica. No estado mais avançado do cancro do estômago este provoca perda de apetite, sensação de enfartamento, náusea, perda de peso e vómitos,

Tratamentos

- No caso do cancro do estômago, só existe um único tratamento que apresenta alguma eficácia, a gastrectomia, mas somente 20% dos portadores deste cancro estão em condições de ser submetidos a esta cirurgia radical; nos outros doentes, uma vez que o cancro já se encontra num estado demasiado avançado não pode ser utilizado este tratamento, mas em alternativa é usada a radioterapia e/ou quimioterapia anticancerosa.

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Última actualização: 08/05/07.